CORONAVÍRUS

Que o mundo é globalizado, ninguém duvida; e se duvidou, o coronavírus está aí para provar que, um acontecimento na China, nos EUA, na Itália, ou qualquer outro lugar, pode atingir o mundo inteiro, com uma rapidez impressionante.
Vivemos num mundo sob o eterno e constante risco do efeito dominó: na moda, nas artes, no meio ambiente, na política, na economia e, infelizmente, nas questões de saúde. E não seria exagero dizer que, aquilo que atinge a um, pode atingir a mil, a um milhão, a um bilhão de pessoas.
As notícias relacionadas à pandemia provocada pelo coronavírus assusta. E não é para menos. De início na China, os números de infectados aumentam a cada dia, agora, no mundo inteiro, com a estimativa de que 2/3 da população mundial seja contaminada pelo coronavírus.
Nenhuma vacina ainda. Nenhuma pesquisa concreta e avançada sobre o assunto, a despeito dos esforços dos cientistas nesse sentido. Nos acalenta a esperança de que, em breve, a cura virá, os doentes diminuirão, as cidades consiguirão conter esse vírus tão devastador, em proporções jamais vistas antes.
Enquanto isso, assistimos com pavor as imagens que nos chegam, como se saídas dos filmes apocalípticos de Hollywood, com exceção dos zumbis, que ainda não apareceram: cidades desertas, quarentena, pessoas estocando comida e água, mortos que não podem ser velados e enterrados, fronteiras de vários países fechadas, vôos cancelados, hospitais lotados…
O fato é que precisamos nos conter para não nos desesperarmos frente às notícias que nos chegam, aos comentários, às entrevistas, às fakes news. Talvez, o mais difícil nessa onda de coronavírus seja manter a calma e o bom senso.
Seguir as orientações das instituições e dos profissionais da área de saúde é fundamental, de modo a trabalhar a prevenção do problema, afinal, é a vida de cada um de nós que está em risco.
E lembremos que, o cuidado ou o descuido de cada um pode refletir em todos os habitantes do Planeta, pois estamos no mesmo barco, somos peças de um mesmo jogo, o que deveria servir para aprendermos que precisamos um do outro, sempre.
Depois da tempestade vem a bonança. Quem sabe, surja sobre a terra um vírus de amor e de solidariedade.
Grecianny Carvalho Cordeiro
Promotora de Justiça

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